Profa. Maria Dolores Fortes

Palestrante, Conferencista. Doutoranda e Mestre pela PUC/SP, Psicopedagoga, Pedagoga, Escritora...

Diário
25/07/2009 16h21
Compreenda os sinais de seu corpo e viva melhor

 
Somente 20 vagas - curso com Lucía Peña, Presidente do Mãos Sem Fronteiras Internacional, em São Paulo
Descubra-se e entenda o que seu corpo quer dizer com os sinais e reações que apresenta pra você. Sofrimentos, dores, sintomas: tudo tem explicação. Faça o curso "O Corpo Fala" e aprenda a compreender e reagir a essas manifestações.
Uma experiência inesquecível.

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DATA: 07,08 e 09 de agosto de 2009
LOCAL: Hotel Terras Altas,Km 292,5

da Regis Bittencourt(sentido SP/PR)em Itapecerica
VALOR: R$ 1.250 (em até 5x)  

inclui o curso, hospedagem e alimentação
À VISTA: R$ 1.100
SOMENTE 20 VAGAS
Haverá uma promoção especial aos alunos que queiram levar                o pai ou familiares para o final de semana no hotel.

Inscrições e informações:
Nanami:11 9606 9461 ou nanami.iu@uol.com.br  ou
Salete:11 7235 9161, 45271520 ou msfsalete@hotmail.com


 

Publicado por Maria Dolores Fortes Alves em 25/07/2009 às 16h21
Esta obra está licenciada sob uma Licença Creative Commons. Você pode copiar, distribuir, exibir, executar, desde que seja dado crédito ao autor original (ALVES, MARIA DOLORES FORTES). Você não pode fazer uso comercial desta obra. Você não pode criar obras derivadas.
 
14/07/2009 13h46
Difícil arte de ser Mulher

 
 
 
 
 
 

Frei Betto *




Hours concours em Cannes, um dos filmes de maior sucesso no badalado festival francês foi "Ágora", direção de Alejandro Amenabar. A estrela é a inglesa Rachel Weiz, premiada com o Oscar 2006 de melhor atriz coadjuvante em "O jardineiro fiel", dirigido por Fernando Meirelles.
Em "Ágora" ela interpreta Hipácia, única mulher da Antiguidade a se destacar como cientista. Astrônoma, física, matemática e filósofa, Hipácia nasceu em 370, em Alexandria. Foi a última grande cientista de renome a trabalhar na lendária biblioteca daquela cidade egípcia. Na Academia de Atenas ocupou, aos 30 anos, a cadeira de Plotino. Escreveu tratados sobre Euclides e Ptolomeu, desenvolveu um mapa de corpos celestes e teria inventado novos modelos de astrolábio, planisfério e hidrômetro.
Neoplatônica, Hipácia defendia a liberdade de religião e de pensamento. Acreditava que o Universo era regido por leis matemáticas. Tais ideias suscitaram a ira de fundamentalistas cristãos que, em plena decadência do Império Romano, lutavam por conquistar a hegemonia cultural.
Em 415, instigados por Cirilo, bispo de Alexandria, fanáticos arrastaram Hipácia a uma igreja, esfolaram-na com cacos de cerâmica e conchas e, após assassiná-la, atiraram o corpo a uma fogueira. Sua morte selou, por mil anos, a estagnação da matemática ocidental. Cirilo foi canonizado por Roma.
O filme de Amenabar é pertinente nesse momento em que o fanatismo religioso se revigora mundo afora. Contudo, toca também outro tema mais profundo: a opressão contra a mulher. Hoje, ela se manifesta por recursos tão sofisticados que chegam a convencer as próprias mulheres de que esse é o caminho certo da libertação feminina.
Na sociedade capitalista, onde o lucro impera acima de todos os valores, o padrão machista de cultura associa erotismo e mercadoria. A isca é a imagem estereotipada da mulher. Sua autoestima é deslocada para o sentir-se desejada; seu corpo é violentamente modelado segundo padrões consumistas de beleza; seus atributos físicos se tornam onipresentes.
Onde há oferta de produtos - TV, internet, outdoor, revista, jornal, folheto, cartaz afixado em veículos, e o merchandising embutido em telenovelas - o que se vê é uma profusão de seios, nádegas, lábios, coxas etc. É o açougue virtual. Hipácia é castrada em sua inteligência, em seus talentos e valores subjetivos, e agora dilacerada pelas conveniências do mercado. É sutilmente esfolada na ânsia de atingir a perfeição.
Segundo a ironia da Ciranda da bailarina, de Edu Lobo e Chico Buarque, "Procurando bem / todo mundo tem pereba / marca de bexiga ou vacina / e tem piriri, tem lombriga, tem ameba / só a bailarina que não tem". Se tiver, será execrada pelos padrões machistas por ser gorda, velha, sem atributos físicos que a tornem desejável.
Se abre a boca, deve falar de emoções, nunca de valores; de fantasias, e não de realidade; da vida privada e não da pública (política). E aceitar ser lisonjeiramente reduzida à irracionalidade analógica: "gata", "vaca", "avião", "melancia" etc.
Para evitar ser execrada, agora Hipácia deve controlar o peso à custa de enormes sacrifícios (quem dera destinasse aos famintos o que deixa de ingerir...), mudar o vestuário o mais frequentemente possível, submeter-se à cirurgia plástica por mera questão de vaidade (e pensar que este ramo da medicina foi criado para corrigir anomalias físicas e não para dedicar-se a caprichos estéticos).
Toda mulher sabe: melhor que ser atraente, é ser amada. Mas o amor é um valor anticapitalista. Supõe solidariedade e não competitividade; partilha e não acúmulo; doação e não possessão. E o machismo impregnado nessa cultura voltada ao consumismo teme a alteridade feminina. Melhor fomentar a mulher-objeto (de consumo).
Na guerra dos sexos, historicamente é o homem quem dita o lugar da mulher. Ele tem a posse dos bens (patrimônio); a ela cabe o cuidado da casa (matrimônio). E, é claro, ela é incluída entre os bens... Vide o tradicional costume de, no casamento, incluir o sobrenome do marido ao nome da mulher.
No Brasil colonial, dizia-se que à mulher do senhor de escravos era permitido sair de casa apenas três vezes: para ser batizada, casada e enterrada... Ainda hoje, a Hipácia interessada em matemática e filosofia é, no mínimo, uma ameaça aos homens que não querem compartir, e sim dominar. Eles são repletos de vontades e parcos de inteligência, ainda que cultos.
Se o atrativo é o que se vê, por que o espanto ao saber que a média atual de durabilidade conjugal no Brasil é de sete anos? Como exigir que homens se interessem por mulheres que carecem de atributos físicos ou quando estes são vencidos pela idade?
Pena que ainda não inventaram botox para a alma. E nem cirurgia plástica para a subjetividade.
[Autor de "A arte de semear estrelas" (Rocco), entre outros livros].
FREI BETO  - * Escritor e assessor de movimentos sociais
Adital – www.adital.com.br
TEXTO ENVIADO para colabores/as POR www.espacomulher.com.br
 

Publicado por Maria Dolores Fortes Alves em 14/07/2009 às 13h46
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06/07/2009 23h24
Círculo
“É certo que tudo que o índio faz o faz em círculo e isto é o Poder, porque o mundo sempre caminha em círculos e todas as coisas tendem a ser redondas. Nos dias passados, quando éramos um povo forte e feliz, todo nosso poder nos vinha do círculo sagrado da nação, e enquanto o círculo não se rompeu, o povo floresceu. A árvore florida era o centro vivo do círculo, e o círculo das quatro direções os nutria. O Leste dava a paz e a luz, o Sul dava o calor, o Oeste dava a chuva e o Norte, com seu vento frio e potente, dava a força e a resistência. Este conhecimento nos foi dado desde o mundo exterior através da nossa religião. Tudo o que faz o Poder do Mundo se faz em círculos. O céu é circular e ouvi dizer que a terra é redonda como uma bola e também que as estrelas são redondas. O vento, com sua força máxima, se transforma um roda-moinho. Os pássaros fazem seus ninhos em forma circular, porque eles têm a mesma religião que a nossa. O sol nasce e morre fazendo um círculo. A lua faz o mesmo e ambos são redondos. Incluindo as estações, com seus movimentos, formam um grande círculo, e sempre regressam de onde partiram. A vida do homem é um círculo de infância a infância e assim é com todas as coisas que se movem com poder. Nossos tipis (cabanas) eram circulares como os ninhos dos pássaros e estavam sempre dispostos em círculos. O círculo é a nação, um ninho feito de muitos ninhos em que o Grande Espírito queria que abrigássemos nossos filhos.”
Black Elk (O Alce Negro) – Chefe da tribo Sioux 
 

Publicado por Maria Dolores Fortes Alves em 06/07/2009 às 23h24
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05/07/2009 21h58
Congresso de Psicopedagogia
Apresentação
A ABPp está organizando a 8ª edição do Congresso Brasileiro de Psicopedagogia,  o mais importante evento ligado à Psicopedagogia no Brasil, além disso, é o principal divulgador da produção científica da Psicopedagogia e áreas afins, proporcionando a interação da comunidade acadêmica, pesquisadores, professores e estudantes com os psicopedagogos e  profissionais que atuam na área clínica e institucional.   
                              
Além de ser um espaço de aprimoramento do conhecimento acadêmico e científico, o evento representa uma oportunidade para discussões de cunho prático sobre questões relacionadas a diagnóstico e intervenção psicopedagógica, à luz de seu tema central que é

 
“PSICOPEDAGOGIA ENTRE A CIÊNCIA E A EXPERIÊNCIA:
DIAGNÓSTICO, INTERVENÇÃO E PRODUÇÃO CIENTÍFICA”
O programa de atividades está sendo criteriosamente elaborado, num misto de idealismo e ousadia, incluindo modalidades já consagradas, além do que experimenta novas formas de expressão, no trato de conteúdos específicos, em níveis nacional e internacional.

Este Congresso, além de toda a sua programação voltada para o desenvolvimento da Psicopedagogia e seus aspectos teóricos e práticos, terá a realização inédita de 4 Simpósios concomitantes: o Simpósio de Neurociência na Psicopedagogia; o Simpósio  da Psicanálise na Psicopedagogia e o Simpósio de Psicopedagogia e Educação Ambiental.

Será também marcado por um momento especial de homenagem à Alicia Fernandez, outorgando-lhe o título de Membro Honorário da ABPp em reconhecimento ao seu relevante papel na Psicopedagogia no Brasil.

Todas as comissões já estão trabalhando intensamente para recebê-los com carinho e uma calorosa receptividade. Portanto, preparem os trabalhos científicos e programem-se para estar conosco entre os dias 09 e 11 de julho de 2009.

Organizem-se e combinem com os colegas de sua instituição e de sua cidade. Não deixem para fazer as inscrições na última hora, principalmente porque as vagas para algumas atividades são limitadas.

 
Quézia Bombonatto
Presidente

ESTAREI REALIZANDO PALESTRA DIA 10/07 ÀS 17:30 h.
Tema: Psicopedagogia e transdisciplinaridade: a sabedoria da diversidade.

Maria Dolores Fortes Alves

Ementa: Nesta palestra proponho uma articulação dos saberes das ciências e sapiências, das experiências dos diferentes modos de percepções e discriminação da realidade singular de cada sujeito, como integradores da diversidade; como favorecedores de autoria de pensamento e de processos inclusivos.

Currículo:
Maria Dolores Fortes Alvez - professora-coordenadora Ed. Infantil, Ens. Fundamental, graduação e pós-graduação (UNASP, UNIFESP); assessora educacional; palestrante, conferencista. Doutoranda em Educação pela PUC/SP; Mestrado em Educação pela PUC/SP; Mestrado em Psicopedagogia; Pós-graduação em Distúrbios da Aprendizagem pela UBA (Universidade de Buenos Aires); Especialista em Educação em Valores Humanos; Pedagoga pela UNISA; Pesquisadora de Educação em Valores Humanos- Fundação Peirópolis; Inter e Transdisciplinaridade , GEPI (Grupo de Estudos Pesquisas Interdisciplinares) e RIES-CNPQ (Rede Internacional Ecologia dos Saberes Apoio CNPQ); autora de diversos artigos e livros, entre eles: “De professor a educador: contribuições da psicopedagogia: ressignificar valores e despertar autoria.” E “O vôo da águia: uma autobiografia” pela WAK.

 

Publicado por Maria Dolores Fortes Alves em 05/07/2009 às 21h58
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05/07/2009 21h56
EDUCAÇÃO INCLUSIVA

Publicado por Maria Dolores Fortes Alves em 05/07/2009 às 21h56
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